

EXPEDIÇÃO RIO–CARTAGENA | 2025

Mais de 30 mil quilômetros seguindo uma história que começou há mais de um século

Brasil. Peru. Bolívia. Chile. Argentina. Equador. Colômbia.
Uma estrada atravessando o continente.
Sítios arqueológicos escondidos entre montanhas, desertos e florestas. Museus, pesquisadores, documentos, histórias transmitidas por gerações — e uma pergunta acompanhando a equipe durante milhares de quilômetros:
O que Percy Harrison Fawcett enxergou na América do Sul para dedicar sua vida à busca por uma civilização perdida?
A Expedição Rio–Cartagena nasceu para procurar respostas onde elas poderiam estar: no campo.
Expedição Rio Cartagena - 2025 (36.000 km)
Expedição Rio Cartagena - 2025 (36.000 km)


🌍🎥 Expedição Rio Cartagena 2025: 36.000 km de História ✨🗿

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Não era apenas chegar em Cartagena
Era preciso atravessar o continente olhando para ele de outra maneira.
A equipe saiu em busca de lugares capazes de ajudar a reconstruir uma história muito maior que o desaparecimento de um explorador.
No Brasil, a investigação passou por locais fundamentais para compreender a ocupação antiga do território, como Lapa Vermelha, Maquiné, Peruaçu, Vale do Catimbau, Serra da Capivara, Pedra do Ingá e Serra do Roncador.
Depois vieram os Andes.
No Peru, lugares como Caral, Chankillo, Sechín, Nazca, Cusco, Sacsayhuamán, Chan Chan e Sipán colocaram a equipe diante de sociedades capazes de construir cidades, observatórios, sistemas agrícolas, estradas e monumentos milhares de anos antes do mundo que conhecemos hoje.
E a estrada continuou.
Quando o mapa vira estrada

Uma coisa é pesquisar um lugar em livros, mapas e documentos.
Outra é chegar até ele.
Subir.
Caminhar.
Encontrar a pedra.
Observar a paisagem.
Conversar com quem vive ali.
E perceber que algumas perguntas só aparecem quando estamos diante do lugar onde a história aconteceu.
Foi isso que a Rio–Cartagena permitiu.
A investigação de Decifrando Fawcett deixou novamente a mesa de pesquisa para confrontar documentos, hipóteses e relatos com o território real da América do Sul.
Uma América que não cabe em uma única história
Ao longo da expedição, uma coisa ficou cada vez mais evidente:
não existe uma única América antiga.
Existem muitas.
Povos diferentes desenvolveram maneiras próprias de ocupar o território, construir, produzir alimentos, observar o céu, registrar símbolos e organizar sociedades.
Da ocupação humana antiquíssima registrada no Brasil às grandes sociedades andinas, cada parada acrescentava uma nova peça.
Nem todas confirmavam uma hipótese.
Algumas faziam exatamente o contrário.
E isso também faz parte de uma investigação.
Porque seguir os passos de Fawcett não significa tentar provar que ele estava certo.
Significa fazer a pergunta que ele fez — mas usando o conhecimento que temos hoje.
E então, Cartagena

Depois de milhares de quilômetros, fronteiras, estradas, sítios arqueológicos, museus e encontros, a expedição chegou à Colômbia.
Mas Cartagena nunca foi simplesmente uma linha de chegada.
Era o ponto final de uma travessia construída para conectar histórias espalhadas por um continente inteiro.
A viagem terminava.
A investigação, não.
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A Rio–Cartagena acabou na estrada, mas ficou registrada em vídeo.
Paisagens, sítios arqueológicos, descobertas, dificuldades, bastidores e momentos que nenhuma fotografia conseguiria contar sozinha fazem parte dos episódios produzidos durante a expedição.
Assista à Expedição Rio–Cartagena e acompanhe a investigação de Decifrando Fawcett.
